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Entenda os riscos da tomada de decisão sem informações concretas

A tomada de decisão é uma das ações mais presentes em nossa vida. No universo empresarial não é diferente: fazer escolhas, muitas vezes entre uma grande diversidade de opções, é parte da rotina de qualquer gestor.

Tudo muda muito rápido e o volume de informações é imenso. Por isso, a capacidade de captar, processar e interpretá-las será cada vez mais um diferencial competitivo para as empresas.

Assim, tomar decisões sem uma base concreta de dados, que permita analisar a situação em questão de maneira adequada, traz uma série de riscos à sua empresa, imediatos ou não.

Quer se prevenir contra eles? Confira agora a lista dos mais comuns!

Não dominar os processos internos

Por incrível que possa parecer, muitos gestores não conhecem a fundo os processos internos das empresas que gerenciam, seja por falta de dados confiáveis ou pela complexidade de tarefas. Nesse sentido, a tomada de decisão apenas por experiência de anos ou intuição pode ser prejudicial para a sobrevivência do negócio, sem contar a necessidade de prestação de contas para os investidores, os quais requisitam cada vez mais embasamento nas escolhas dos negócios.

Quando dispõe de um Sistema de Gestão Empresarial (ERP, do inglês Enterprise Resource Planning), a empresa pode mapear de ponta a ponta os processos produtivos. Assim, ela consegue monitorar com eficiência as entradas e as saídas. Mesmo em uma prestadora de serviços, em que o produto é a execução de uma atividade, o ERP é de extrema importância para mensurar a capacidade de atendimento do negócio e a variação da demanda pelos serviços.

Não identificar preferências dos clientes

Na era digital, em que cada pessoa é uma grande fonte de emissão ou de compartilhamento de informações, as mudanças no mercado consumidor ocorrem de maneira cada vez mais rápida. Nesse cenário, as tendências passam a ser ditadas pelo público e não mais pelas empresas. Logo, as organizações precisam monitorar a todo instante os movimentos do consumidor.

Muitas vezes, a empresa pode captar internamente mudanças nas preferências dos clientes, desde que possua ferramentas próprias para registrar dados, como vendas em diferentes períodos, de modo a mensurar e comparar informações. Dessa maneira, ela pode identificar perfis claros de clientes e, com base nisso, realizar ações customizadas para cada grupo de consumidores.

Não considerar a aprendizagem organizacional

Muitas empresas se preocupam em buscar conhecimento externo, como métodos de gestão, boas práticas de sustentabilidade, entre outras. Contudo, esquecem que a base de dados interna pode ser uma excelente fonte de aprendizagem organizacional. Afinal, o sucesso de um negócio deve considerar o domínio dos fatores internos, que estão sob o controle da empresa.

Nesse contexto, a captação, o processamento e a interpretação de dados no interior das companhias são necessários para o diagnóstico das atividades do negócio e para a criação de estratégias eficazes em curto, médio e longo prazo. Desprezar esse potencial, em plena era tecnológica, pode ser muito nocivo para o desempenho da empresa num ambiente altamente competitivo.

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