Teste de impairment: como reduzir o tempo de execução com uma gestão patrimonial integrada

Embora não seja obrigatório para todas as empresas, naquelas em que se faz necessário, o teste de impairment tende a consumir bastante tempo das equipes quando as informações contábeis são geridas de forma dispersa.

 

Nessa situação, é comum que as áreas de controladoria e patrimônio gastem dias reunindo dados e eliminando inconsistências, a fim de garantir que a avaliação da recuperabilidade dos ativos aconteça de forma correta.

 

Por isso, ano após ano, o entendimento é que a maior “burocracia” não está na realização do teste, mas sim no modo do negócio gerenciar os dados, já que isso define o quanto a visualização dos bens deteriorados será eficiente ou demorada.

 

Assim, à medida que a descentralização cresce na empresa, se elevam os atrasos no fechamento contábil e os riscos de erros na conciliação fiscal, o que faz da organização do controle de ativos um passo importante para tornar o teste mais eficiente.

 

Diante disso, no blog post de hoje vamos falar sobre tudo o que você precisa saber sobre como reduzir o tempo de execução do teste de impairment com o apoio de uma gestão patrimonial automatizada. Siga a leitura e confira!

O que é o teste de impairment e quando ele é obrigatório

Também conhecido como teste de recuperabilidade, esse teste é um procedimento que tem como objetivo verificar se o valor contábil de um ativo é superior ao seu valor recuperável, ou seja, ao lucro que é capaz de gerar com seu uso ou sua venda.

 

Nesse entendimento, sempre que um bem é identificado enquanto deteriorado, é via impairment que a empresa reconhece este item no seu balanço patrimonial como uma perda por desvalorização, e que portanto não tem ganhos excedentes lançados.

 

Atualmente, a norma legal que respalda a realização dessa conduta é emitida pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis, no CPC 01, que estipula o teste para os ativos imobilizados e intangíveis e ao valor pago na compra de uma organização por expectativa de rentabilidade.

O que torna o teste de impairment um processo demorado

Em geral, a maioria das equipes que percebe um tempo maior sendo destinado para a execução do impairment faz parte de organizações que possuem um grande volume de ativos sem padronização de controle sobre os dados de vida útil e depreciação.

Para ilustrar esse contexto, considere uma indústria com centenas de máquinas, que precisa identificar manualmente quais itens têm indícios de perda de valor e recuperar o histórico de suas depreciações antes de iniciar a análise do valor recuperável.

Nesse caso, lançamentos despadronizados tendem a gerar erros que prejudicam toda a entrega do teste, porque basta um bem registrado em um centro de custo incorreto para gerar distorções na identificação das unidades geradoras de caixa e influenciar, dessa forma, a mensuração incorreta da desvalorização.

Logo, como o processo de conferência é inerente ao teste, maior será a demora caso essas informações estejam em planilhas segregadas, ou seja, uma mantida pelo patrimônio, outra pelo controle fiscal e, outra, para a gestão das transferências dos bens.

Como resultado, a conciliação dos dados tende a consumir dias de trabalho até que se recupere todas as informações e que seja feita a verificação de inconsistências, já que exigem validações com diferentes áreas para serem corrigidas.

Diante dessa realidade, entende-se que o que torna o procedimento contábil lento não é a análise da recuperabilidade, mas a falta de um inventário automatizado, que faz da atividade um momento exaustivo de correção de informações que não se conectam.

O papel da gestão automatizada para a eficiência do teste de impairment

A gestão patrimonial automatizada apoia procedimentos contábeis como o teste de impairment porque garante que a empresa mantenha uma base de registros consistente para que a reunião de informações a serem prestadas ao Fisco se dê em poucos cliques.

Tal possibilidade acontece porque, em soluções modernas, o uso da automação para o controle do inventário se conecta a dashboards onde é possível identificar o valor líquido de cada ativo sempre atualizado, refletindo depreciação e movimentações em tempo real, sem depender de conciliações manuais antes da análise de recuperabilidade.

Além disso, o software permite o agrupamento dos ativos em unidades geradoras de caixa, o que facilita a análise conjunta dos bens e do estado de conservação. Dessa forma, os dados necessários para estimar o valor em uso e realizar o teste de impairment permanecem organizados e disponíveis a cada novo ciclo contábil.

Reunindo os recursos apresentados, a automação mitiga os erros contábeis na gestão do ativo fixo, de modo que a execução do teste se torna mais eficiente e as equipes asseguram a consistência da entrega contábil.

O próximo passo para um teste de impairment facilitado

O tempo gasto no teste é definido pela forma como os ativos são geridos no dia a dia do negócio, já que quando o controle é automatizado, uma conciliação que consumiria semanas, se torna executável em alguns cliques e norteia a análise de recuperabilidade.

Diante dessa realidade, a SISPRO oferece às empresas uma solução completa para a integração da Gestão Patrimonial, onde é possível centralizar o controle do inventário e de métricas como a depreciação e as movimentações dos bens em um único ambiente.

 

Com a SISPRO, o seu negócio automatiza tudo o que torna as obrigações contábeis burocráticas e a sua equipe ganha mais liberdade para se dedicar à análise estratégica de quais são os valores que podem ser recuperados em prol da lucratividade.

 

Quer entender como isso pode se aplicar à sua organização? Conheça os datelhas da solução SISPRO e veja como ganhar agilidade na análise do impairment!

 

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