ERP: saiba o momento ideal para trocar o software da sua empresa
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Saiba o momento ideal para trocar o ERP da sua empresa

qual o momento ideal para trocar o ERP da empresa

Tão importante quanto aderir às ferramentas de um software de gestão é descobrir o momento ideal para trocar o ERP da empresa. E a administração empresarial está cada dia mais em busca dessa resposta, pois pode significar o detalhe que falta para prosperar.

Será que deixar de investir na substituição de uma solução mais moderna e eficiente é realmente vantajoso? Até que ponto um sistema em desconformidade com os processos atuais da empresa pode ser relevado? Saiba que esse custo mais baixo pode representar um sangramento financeiro mascarado.

Portanto, reunimos 4 indícios que não podem ser ignorados e que revelam urgência, na necessidade de trocar o software de gestão (ERP) por um mais adequado. Então, nos acompanhe e saiba se o seu negócio se encontra nessa situação!

4 indícios de que chegou a hora de trocar de ERP

1 – O que sua gestão está extraindo do atual ERP?

Qual a taxa de retorno atual do software implementado na empresa? O quanto está gastando e o quanto de retorno está oferecendo? Também conhecido como custo-benefício, é um importante fator que pesa na hora de mudar de sistema.

Geralmente, quando o ERP é moderno e desenvolvido para aderir às exigências do negócio, ele é disposto em módulos. Dessa forma, temos módulos específicos aos seguintes departamentos e demandas:

1 – Gestão de Contratos;

2 – CRM;

3 – Gestão de Pessoas;

4 – Solução Fiscal;

5 – Gestão Contábil;

6 – Vendas e Compras.

Em suma, para que o custo-benefício em sua empresa seja vantajoso a gestão precisa extrair resultados em todas essas vertentes. Em outras palavras, de que adianta investir em um ERP que não te permite utilizar o que precisa? Isso apenas encarece sua manutenção mensal.

Essa etapa nos mostra que é fundamental optar por um fornecedor que lhe permite aderir apenas o que realmente necessita. Afinal de contas, nem sempre o ERP com todos os módulos será mais efetivo do que aquele que oferta o você que demanda.

2 – A volátil legislação tem peso direto nessa decisão

Se formos elencar cada alteração que houve nos últimos anos na legislação dava para elaborar outro conteúdo. Temos o Bloco K, a NF-e e ICMS como exemplos de obrigações que sofreram alterações, obrigando a empresa se adequar novamente.

Além disso, o software deve ser reestruturado acerca das alterações. Mas sabia que alguns fornecedores cobram esse tipo de mudança à parte a “mensalidade do sistema”?

Isso sem contar as mudanças que todo processo empresarial passa. Portanto, se você está enfrentando tal adversidade, onde as obrigações se tornaram um fardo mesmo com a presença de um sistema de gestão, pode ser o momento de repensar tal atitude.

O ideal é contar com um fornecedor que, logo de cara, viabilize um sistema capaz de se adaptar às novas obrigações. Tudo isso deve ser abarcado por um suporte livre de novas taxas.

3 – Qual o nível de conformidade do sistema com as exigências do Fisco?

Você sabe nos dizer se o seu ERP faz emissão de Notas Fiscais Eletrônicas nativamente? Se isso não acontece, certamente você deve estar sempre em busca de novas ferramentas que façam o trabalho, não é mesmo?

Contudo, existe a chance de que as novas ferramentas não “conversem” com o ERP, pois não possuem a mesma linguagem. Resultado? Mesmo com um software e ferramentas extras ainda será necessário lançar as notas de forma manual e individual.

Em um cenário atual, o fator manual não pode ser uma realidade. É imprescindível ter em mente que o sistema tem de suprir as demandas de forma isolada e com autoridade.

A emissão das NF-e é apenas exemplo, mas isso pode se estender por todos os setores, onde a empresa acaba aderindo a ferramentas isoladas.

4 – Seu ERP tem aderido de forma positiva os novos processos

Saiba que se o esforço para implementar o ERP e se adequar a ele foi descomunal e minou a vitalidade da gestão, provavelmente esse sistema não é o ideal para você.

É comum que empreendedores e gestores pensem que é a empresa quem deve se adequar a um sistema novo. E que todos os processos devam permear suas funcionalidades, mas isso está completamente invertido.

Afinal, é o ERP quem deve se moldar aos processos, tanto atuais quanto futuros, pois o crescimento constante do negócio impõe isso por si só. Procure analisar a taxa de aderência antes de fechar novo contrato.

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