Cloud computing: 4 desafios constantes das empresas brasileiras
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Cloud computing: 4 desafios constantes das empresas brasileiras

principais desafios da cloud computing nas empresas

Se você fizer uma breve análise do panorama tecnológico-empresarial hoje, supostamente encontrará um leque massivo de soluções baseadas na cloud computing. E essa constatação é resultado de um fator explícito, a tecnologia em nuvem se tornou a espinha dorsal das soluções empresariais.

Além da ampla facilidade em sua implementação, a computação na nuvem proporcionou respostas a importantes dilemas diários vividos pelos empreendedores.

Para entender melhor como a tecnologia em nuvem simplifica a vida das empresas brasileiras é essencial analisar seus desafios. E pensando nisso é que criamos este post, que contém 4 dificuldades constantes das empresas, então não deixe de conferir!

Principais inseguranças apontadas pelos empreendedores quanto à cloud computing

Embora a tecnologia se mostra progressivamente mais facilitada de ser adquirida, grande parcela das pessoas ainda pensa nela como uma realidade distante, quando na verdade tudo está ao alcance de poucos cliques.

Aliado a esse pensamento infundado, está a compreensão de que estruturar a empresa na cloud computing atribui grandes gastos, tanto com infraestrutura quanto com mão de obra qualificada.

Entretanto, é aí que a realidade começa a se distanciar da ficção, pois os elementos “estrutura e gastos”, ficaram no passado.

Isso porque, no surgimento desse segmento tecnológico, a própria tecnologia restringe e dificulta a migração para sistemas mais modernos, implicando em contratos baseados na carência de um período predeterminado.

Essa realidade já não existe, uma vez que o modelo de serviço atual proporciona completa flexibilidade e poder de escolha ao empreendedor.

Apenas finalizando esse trecho, trazemos uma das muitas pesquisas feitas pela empresa Gartner, a qual indica um crescimento de mais de 3% nos investimentos em TI (Tecnologia da Informação).

Espera-se que em 2019, as empresas devam direcionar algo em torno dos US$4 bilhões. E se esses números não mostram a importância de fazer parte desse investimento, nada mais pode te convencer, aliás, pode sim, descubra abaixo!

4 desafios das empresas brasileiras solucionados com a cloud computing

Nesse sentido, fizemos questão de elencar nesse post 4 dos principais desafios, também associados às incertezas disseminadas nas empresas.

1 – Segurança da informação e dados

Um dos pontos de maior atenção e preocupação dos empreendedores ainda é a segurança e integridade das suas informações. Isso porque, quando o universo digital é adicionado à equação, as incertezas e seguranças só aumentam.

A gama de serviços oferecidos e a massiva quantidade de dados que o empreendedor acaba transferindo ao fornecedor, acabam engessando as relações.

Por isso, a dica é sempre buscar pelo melhor fornecedor. Sabemos, isso soa simples, mas pode ser complexo. Então, como um direcionamento para te ajudar podemos evidenciar algumas características do modelo ideal de serviço de cloud computing:

  • Práticas de segurança otimizadas e baseadas em protocolos conhecidos;
  • Hierarquia de processos resilientes e eficientes;
  • Proporcione a distribuição das permissões condizentes aos cargos;
  • Esteja sempre buscando a atualização de suas práticas por meio de modelos consolidados no mercado.

2 – Baixa credibilidade para as mudanças proporcionadas pela cloud computing

Por mais que uma empresa insista em não utilizar os recursos de cloud computing, possivelmente ela já faça uso e nem mesmo saiba disso. Se em algumas demandas há a utilização, digamos, do Dropbox ou mesmo Google Drive, então a empresa utiliza recursos em nuvem.

Todavia, esses são serviços básicos e não representam a profundidade que a computação em nuvem viabiliza. Dessa forma, um desafio que representa resistência pelas das empresas é justamente a sua credibilidade em um serviço que a gestão acaba não vendo (vide estruturas físicas).

Então, o primeiro passo é se jogar para fora da zona de conforto, uma vez que o serviço em nuvem viabiliza meios de segurança ampliados. Por exemplo, as estruturas físicas (sistemas legados), acabam não oferecendo atualizações ou implementação de novos protocolos de segurança, resultando em maiores brechas e gastos com manutenção.

Por outro lado, a cloud computing está em constante atualização e melhoria, bem como exige menos gastos com manutenção e “updates”. Afinal, essa demanda acaba ficando por conta da empresa fornecedora do serviço.

3 – Preocupantes quedas de servidores implicando em prejuízos

Outro fator que contribui para que a cloud computing tenha dificuldades em se estabelecer em definitivo, são as constantes notícias sobre quedas de servidores. Por sua vez, esses eventos conhecidos como “downtime” resultam em grandes prejuízos.

O tempo de inatividade (downtime) dita o tamanho do prejuízo financeiro e operacional, e fortalece a ideia de que esse serviço precisa ser aprimorado. Todavia, quando a cadeia operacional envolve inúmeras empresas os danos são ainda maiores.

Temos bons exemplos como a Microsoft e IBM, ambas já sentiram a inatividade do serviço de cloud computing, mas o impacto desse acontecimento se refletiu também em diversas empresas que dependem diretamente de sua operacionalidade.

Portanto, esse tipo de problema é uma realidade em qualquer serviço em nuvem, mesmo porque, qualquer empresa está sujeita a problemas técnicos. Então, é comum indagar-se sobre como escolher um serviço que oferte menos quedas e mais tempo consistência.

Atente-se ao fator “Acordo de Nível de Serviço”

Para tanto, quando um contrato é assinado, existe um fator a ser observado que irá determinar o empenho da fornecedora em assegurar o cliente da funcionalidade constante do serviço, fator esse conhecido como “Service Level Agreement” (SLA).

Esse aspecto contratual, apesar de variável, sobretudo, complexo de ser totalmente controlado, garante alguns recursos operacionais imprescindíveis à empresa, tais como:

  • Serviço ativo, constante e ininterrupto;
  • Garantia de funcionamento por um tempo predominante;
  • Ação específica em situações adversas;
  • Tempo de ação em um cenário desastroso;
  • Tempo de retorno favorável;
  • Flexibilidade e fluidez no atendimento;
  • Valor gasto correspondente às garantias passadas pelo fornecedor.

4 – Eminentes gastos excessivos

Atualmente, é inviável se sustentar no mercado sem uma estrutura, mesmo que física, implementada nas premissas. Então, esse fator implica diretamente na tomada de decisão do gestor quanto ao investimento na cloud computing.

A maioria esmagadora acredita que atualizar, ou seja, levar as demandas e processos de uma estrutura física para a nuvem, implica em grandes gastos e tempo consumido.

Entretanto, chega um momento em que o gestor e, principalmente, o empreendedor, devem se perguntar: o que vai custar mais?

Antes de mais nada, uma estrutura física, ao contrário do conhecimento popular, não demanda apenas gastos iniciais, ou seja, apenas com o subsídio da instalação inicial. Por conseguinte, é vital compreender que será necessário colocar ainda mais dinheiro em:

  • Atualização constante de hardware e software;
  • Gastos com treinamentos e capacitação de profissionais;
  • Em alguns casos, a contratação de profissionais capacitados;
  • Despesas com profissionais específicos para manter o operacional da estrutura.

Sendo assim, será que a nuvem não viabiliza, de médio a longo prazo, uma reduçãode custos? Pode apostar que sim. Afinal, toda atualização, gerenciamento e responsabilidade, recaem exclusivamente sobre o fornecedor que, mediante contrato, deve garantir o cumprimento de suas obrigações.

É apenas uma questão de tempo

Mais importante do que decidir investir na cloud computing é entender que, o projeto será baseado nas demandas específicas da empresa.

Por conseguinte, a computação em nuvem proporciona outra vantagem, todo e qualquer projeto de atualização da infraestrutura para a nuvem, terá como base as necessidades do negócio e, portanto, será criado sob medida, reduzindo custos e promovendo apenas as funcionalidades exigidas.

Saiba que é questão de tempo até que o operacional das empresas esteja completamente baseado na nuvem. Então, o que é melhor? Se adequar o quanto antes e garantir uma vantagem competitiva sobre a concorrência ou esperar pelo último momento e acabar ficando para trás?