5 riscos invisíveis da gestão manual de contratos e como eliminá-los

Atualmente, a digitalização avança em diferentes áreas do mundo corporativo, entretanto, a gestão manual de contratos ainda faz parte da rotina de muitas empresas. À primeira vista, esse modelo pode parecer funcional, porém, ao longo do tempo, ele passa a gerar prejuízos invisíveis que se acumulam e comprometem a eficiência organizacional.

Tal fato acontece porque, quando o controle contratual é pulverizado, com informações distribuídas entre e-mails e planilhas individuais, são frequentes as falhas de comunicação entre os responsáveis. Como consequência, prazos importantes se perdem e decisões são tomadas a partir de dados incompletos.

Assim, à medida que os erros da descentralização se repetem, a produtividade na gestão de contratos é impactada, o que se transforma em uma barreira para o crescimento do negócio. Por esse motivo, tornar o controle de documentos mais eficiente é o primeiro passo para construir processos alinhados à evolução empresarial. 

Pensando nisso, hoje vamos falar sobre 5 riscos invisíveis na gestão manual de contratos e de que forma podem ser eliminados da rotina da sua empresa. Confira!

Os 5 riscos invisíveis da gestão manual de contratos

Nem todos os gargalos que ameaçam o crescimento operacional são facilmente detectados, muitas vezes, o controle de contratos empresariais se torna um empecilho para elevar os resultados da sua organização porque são frequentes os seguintes riscos:

1- Perda de prazos e de obrigações contratuais

Na gestão manual de contratos, o acompanhamento de prazos costuma depender de planilhas individuais, o que torna o processo vulnerável a falhas como esquecimentos e perda de informações por armazenamento inadequado. 

Nesse cenário, como não há uma visão centralizada, datas relacionadas a vencimentos, reajustes e a renovações automáticas, comuns ao ciclo de vida dos contratos passam despercebidas, o que expõe a empresa a riscos que podem se materializar em prejuízos financeiros. 

Logo, a automação da gestão de contratos surge como uma resposta natural, porque centraliza prazos e organiza o acompanhamento de obrigações por meio de alertas automáticos, reduzindo a perda de eventos contratuais. 

2- Erros humanos e retrabalho operacional

Quando múltiplas áreas participam da elaboração, revisão e aprovação dos contratos, os processos manuais aumentam a incidência de erros, já que os documentos circulam em versões paralelas. 

Dessa forma, o retrabalho operacional se intensifica e a produtividade é comprometida, uma vez que os profissionais passam a dedicar tempo à correção de inconsistências e de atrasos nas aprovações que poderiam ser evitados. 

Por outro lado, adotando um modelo automatizado, esses riscos são mitigados por fluxos de elaboração contratual padronizados, que reduzem a necessidade de intervenções manuais e centralizam dados em um único ambiente. 

3- Dados lançados incorretamente

No controle manual, os dados contratuais costumam estar distribuídos entre diferentes departamentos, o que torna o processo de sistematização das informações suscetível a falhas que se traduzem em contratos mal redigidos. 

Essa situação pode resultar em penalidades e perdas financeiras que reduzem a margem de lucro do negócio, uma vez que a segurança jurídica da empresa fica vulnerável a contestações. 

Em paralelo, a automação torna possível integrar dados e reduzir riscos jurídicos contratuais graças à padronização de modelos, que fortalece o controle de cláusulas e proporciona a eliminação de erros desde a origem da redação.

4- Conformidade legal da empresa ameaçada

É comum que o processo pulverizado dificulte o acompanhamento contínuo de requisitos legais e das políticas de compliance, sobretudo em ambientes regulatórios de constante atualização. 

Somado a isso, a falta de rastreabilidade do controle de versões e de governança sobre os documentos aumenta os riscos na gestão de contratos e fragiliza a conformidade legal da empresa.

Em uma ferramenta automatizada, os dados sensíveis dos contratos são protegidos e a atualização legal é periódica, o que amplia a segurança das informações e contribui para uma atuação mais alinhada às exigências normativas.

5- Permanência em negócios pouco vantajosos

A falta de integração na gestão dificulta a análise estratégica da carteira contratual, já que informações relevantes ficam dispersas e sem conexão entre áreas. 

Com isso, a organização perde a capacidade de identificar quais contratos que favorecem a performance empresarial e quais que têm baixo retorno. Como resultado, as relações pouco vantajosas se prolongam e limitam o crescimento do negócio. 

Em paralelo, quando a empresa automatiza o acompanhamento dos contratos, é ampliada a visibilidade sobre o desempenho de cada relação, apoiando decisões mais assertivas a favor de resultados produtivos.

Gestão manual de contratos: por que evoluir e como dar os próximos passos

Os riscos invisíveis associados à gestão manual impactam muito mais do que a organização de documentos, porque afetam a produtividade das equipes e a capacidade estratégica das empresas. 

Assim, perdas de prazos e erros operacionais ameaçam a conformidade legal das relações comerciais e, em paralelo, expõem a organização a permanecer em negócios pouco vantajosos.

Por isso, ao compreender esses erros na gestão contratual e reconhecer os limites do controle manual, as organizações conseguem dar passos mais conscientes rumo a modelos mais estruturados de administração. 

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