Depreciação de bens: você realmente sabe o que é?
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Você realmente sabe o que é depreciação de bens?

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No senso comum não é raro que a depreciação esteja sempre atrelada a um prejuízo ou a uma situação maléfica para os que lidam com ela.

 No entanto, no âmbito empresarial sabemos que é essencial conhecer os efeitos contábeis, fiscais e financeiros da depreciação, visto que é esse discernimento que amplia a previsibilidade financeira e possibilita um controle assertivo dos bens.

Sob esse prisma, é fundamental perguntar: você realmente sabe o que é depreciação?

  • Se você não sabe ou se sabe “mais ou menos”, está colocando a administração da sua empresa em risco e possivelmente perdendo dinheiro.

Por isso, continue conosco nessa leitura para entender não apenas o que é depreciação, mas todas as variáveis que dizem respeito a esse processo.

O que você deve saber sobre depreciação

Esse conceito diz respeito ao processo de desvalorização dos bens de determinada organização. Nessa ótica, é importante destacar que a perda do valor agregado a determinado produto pode estar relacionada a diferentes fatores, que vão desde o desgaste temporal até a obsolescência.

A desvalorização de um ativo se inicia a partir do momento em que ele fica disponível para uso. Sabe aquela fala popular que diz “assim que sair da loja já está valendo menos”? É a maior verdade.

Diante desse cenário, para melhor elucidação do tema, consideremos 3 tipos principais de depreciação:

  • Depreciação Linear: 

É assim caracterizado todo processo de depreciação que ocorre por ação do tempo sobre o bem. Por exemplo: entram nesse modelo de depreciação os automóveis que, com o passar dos anos, perdem parte do seu valor.

  • Depreciação Acelerada: 

Recebe esse nome o processo a que estão submetidas as máquinas que operam em 2 turnos de 8 horas diariamente. Vale destacar que dentro dessa lógica temos ainda a depreciação normal – maquinário usado em 1 turno de 8 horas – e a depreciação máxima – quando a máquina é utilizada todos os dias, 24 horas.Portanto, se a sua empresa opera com esse modelo de automação, é importante conhecer bem esse tópico.

  • Depreciação Acumulada: 

é o total de desvalorização a que os bens que compõe o patrimônio do negócio foram submetidos. Nessa análise, a assertividade desse número depende diretamente do controle assertivo dos ativos da empresa. Logo, para que o setor contábil possa fazer boas projeções, é essencial que os relatórios que controlam a saúde patrimonial estejam em dia.

Agora que você já sabe o que é, quando se inicia e conhece também alguns exemplos, falta ainda entender como fazer o cálculo para chegar no número que representa a desvalorização do seu bem.

Por isso, confira abaixo 3 formas de calcular a depreciação de ativos!

Métodos para calcular a depreciação

Antes de irmos propriamente para os métodos, é importante frisar que as taxas de depreciação que incidem sobre cada item são estipuladas pelo Estado e estão disponíveis na Tabela de Depreciação que o setor tributário da nação emite. Dito isso, consideremos os seguintes métodos de cálculo:

Método Linha Reta

com essa maneira de calcular podemos tanto estimar a depreciação em meses quanto em anos. Basta utilizar a seguinte fórmula:

D = (VN – VR) / TEMPO

Onde:

D = depreciação
VN = valor do bem quando novo
VR = valor residual do bem
T = tempo (se busca depreciação anual, usar em anos, se busca a mensal, colocar no tempo a quantidade de meses)

Método Acelerado

partindo da premissa de que os ativos desvalorizam mais no primeiro ano, nesse cálculo, cada ano somado simboliza uma parte do valor que se perde pelo total dos anos, a partir da seguinte fórmula:

D = (VN – VR) x Nd/TN

Onde:

D = depreciação
VN = valor do bem quando novo
VR = valor residual do bem
Nd = numeração do ano da vida útil em ordem decrescente
TN = soma dos anos da vida útil

Método de Unidades Produzidas

quando é preciso calcular a depreciação considerando o uso do ativo imobilizado, toma-se a seguinte fórmula:

D = VN x TD

Onde:

D = depreciação
VN = valor novo
TD = taxa de depreciação

Essas são algumas das fórmulas que podem ser utilizadas para calcular a depreciação de ativos nas empresas e é de suma importância que sejam conhecidas, uma vez que são imprescindíveis nos processos contábeis. Seguindo essa ideia, além de conhecer as fórmulas, é importante que você saiba quais são os bens que sofrem e os que não sofrem depreciação. Por isso, continue conosco nessa leitura!

Bens que sofrem e bens que não sofrem depreciação

 

Exemplos de bens que sofrem

  • Imóveis utilizados pela administração e estruturas físicas industriais
  • Veículos, materiais e bens que são empregados no dia a dia da empresa
  • Materiais – de qualquer tipo – que compõe o estoque da empresa

 

Exemplos de bens que não sofrem

  • Obras de arte e artefatos da antiguidade – ganham valor com o passar do tempo
  • Áreas disponíveis para construção urbana ou rural
  • Bens que já atingiram valor zero para fins de desvalorização
  • Bens que Código Tributário estipula que não sofram depreciação

Diante do que tratamos até aqui, entendemos que o cenário contábil no tocante à depreciação pode ser considerado complexo. Nessa ótica, é fundamental que não seja negligenciado o acompanhamento da saúde dos bens da empresa, visto que são muitos os riscos causados pela falta de controle de bens patrimoniais.

Além disso, é relevante ainda pontuarmos como o lançamento da depreciação pode ser feito, uma vez que é do lançamento correto que procedem os dados assertivos para tomadas de decisões futuras.

Como fazer o lançamento da depreciação

 

  • Para itens que integram o processo produtivo: contabilizar como custo.
  • Para itens que não fazem parte da produção: lançar como despesa.
  • Quando for apenas depreciação: débito em despesa.
  • Quando for depreciação acumulada: tratar como crédito.

Se você chegou até aqui já tem bem mais clareza sobre o que é depreciação e todo o processo que envolve essa taxa. Em função disso, é válido ainda considerarmos o quanto é importante investir no aprimoramento desse processo, uma vez que é o ritmo do setor administrativo contábil da organização que dita o quando o negócio será competitivo em seu mercado de atuação.

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