Tecnologia no varejo: Quais facilitam a vida do lojista?
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Tecnologia no varejo: Quais facilitam a vida do lojista?

A tecnologia no varejo chegou para ficar. A demanda que nasceu da mudança de perfil do consumidor – cada dia mais digital – impulsionou o desenvolvimento das lojas virtuais e agora surge como um recurso fundamental para driblar a crise econômica.

O varejo tradicional vem enfrentando uma crise com grandes perdas operacionais. Entre os fatores da crise estão a crescente concorrência e a mudança de perfil do consumidor afeito ao mundo digital.

Nos últimos sete anos nos EUA, o número de visitas em lojas físicas tem diminuído muito, representando uma queda de 50% em relação ao ano de 2010. Segundo especialistas do varejo, haverá falência do modelo tradicional das lojas de departamentos, âncoras dos shopping centers.

O mundo digital mudou o hábito das pessoas que pesquisam, compram e pagam seus produtos diretamente nas lojas virtuais, a qualquer hora, e recebendo a entrega em casa, sem se preocupar em visitar várias lojas para identificar o melhor preço, sem enfrentar trânsito, estacionamento e filas nos caixas.

As lojas físicas estão se reinventando. A Amazon Go é uma loja que apostou na automação e tecnologia no varejo. A loja em Seattle, Estados Unidos, oferece produtos de mercearia, como leite e pão, além de cafés da manhã, lanches e jantares frescos preparados por chefs. Quando o cliente retira da prateleira o produto e coloca em sua sacola, automaticamente “a loja” registra no carrinho.

Quando o cliente termina a compra, basta sair e “a loja” encerra a venda e envia cobrança para o cartão do cliente. Não há checkouts, nem filas e nem é necessário consultar atendentes para comprar.

O “PDX” é outra alternativa de loja física, que está em estudo no mercado. O “PDX” é uma releitura do PDV (ponto de venda) e da loja física. A ideia central é que a loja se torne um ponto de experiência, onde as pessoas se encontrem e possam interagir, além de fazerem compras. O Rio de Janeiro já conta com um exemplo deste novo conceito. A loja da Reserva, moda masculina, inaugurada em um shopping, tem cafeteria, barbearia e área para jogar pinball.

Tecnologia no varejo voltada ao lojista

tecnologia no varejo

Existem várias tecnologias disponíveis para o varejo incrementar a experiência de seus consumidores e, assim, manter-se atraente para eles.

O “Beacon”, ou farol, é um dispositivo pequeno que utiliza tecnologia bluetooth 4.0, e que possibilita enviar ofertas personalizadas aos clientes que ele identifica estarem passando no local onde ele se encontra.

Com essa ferramenta, as ofertas e mensagens são capturadas em aplicativos no smartphone ou tablet do cliente. Apesar de não muito difundido, esta tecnologia no varejo já está sendo utilizada. Um exemplo são as lojas da Apple: clientes que se aproximarem dos aparelhos iPhone da loja com um modelo antigo receberão uma mensagem sobre upgrade.

As câmeras localizadas nas lojas podem ser equipadas com sistemas que elaboram “mapas de calor”. Com base na movimentação das pessoas na loja, identificam em que gôndolas ou corredores da loja há maior concentração de consumidores. E também as áreas menos visitadas. O mapa de calor é subsídio para ações de gerenciamento da loja, onde pode-se planejar alterações para melhor visualização dos produtos.

Outra tendência é o “Omni-channel” que consiste em integrar lojas virtuais e físicas com o consumidor. Desta forma, o consumidor enxerga a empresa como uma só independentemente do local onde se encontra, canal que está utilizando ou horário.

Um exemplo é a compra de um relógio: o consumidor pode pesquisar na internet as ofertas, pedir sugestões aos amigos, comprar o relógio na loja virtual, receber o produto em casa. Caso o relógio não fique como desejado, o consumidor pode ir a uma loja física e trocar o produto.

Através da integração de canais e tecnologia no varejo, o consumidor satisfaz suas necessidades onde e quando desejar, no momento mais confortável para ele, não havendo restrições de local, horário ou meio.
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