Quais as melhores alternativas ao emissor do Sefaz? - SISPRO
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Quais as melhores alternativas ao emissor do Sefaz?

emissor do Sefaz

A partir de 1º de janeiro de 2017, o emissor do Sefaz gratuito para Nota Fiscal Eletrônica, disponibilizado como parte da estratégia para massificação da NF-e no Brasil, será descontinuado.

Para atender as empresas que não possuíam recursos para adequar seus sistemas à nova emissão da Nota Fiscal Eletrônica, principalmente as de pequeno porte, as Secretarias da Fazenda das unidades federativas decidiram disponibilizar um programa emissor gratuito de Nota Fiscal Eletrônica.

O programa foi desenvolvido em 2006 pela Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo e seu download disponibilizado no site para os contribuintes de todo o país.
O emissor gratuito da Nota Fiscal Eletrônica é indicado para empresas com pequeno volume de notas a emitir, pois não possui entre suas funcionalidades a possibilidade de integração e requer a digitação da nota e/ou importação através de arquivo padrão texto.

Mas há empresas que apesar de terem emissores próprios utilizam o emissor gratuito para emitir algumas notas que a sua aplicação não atende. É o caso, por exemplo, de sistemas que não possuem todos os dados necessários para emitir as notas de importação.

Fim do emissor do Sefaz gratuito

Recentemente, a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo identificou “que o total de NF-e’s geradas por empresas que optaram por emissores próprios somam 92,2%”. Ou seja, apenas 7,2% são geradas a partir do emissor do Sefaz e este número tende a reduzir já que as empresas têm optado por migrar para outras aplicações.

Em abril de 2016, a Secretaria da Fazenda paulista comunicou que descontinuaria o programa e publicou em seu site um alerta. A notícia também vale para as pastas de outros estados brasileiros. É importante notar que a descontinuidade não será abrupta. O link para download do programa não estará mais disponível a partir de 1º de janeiro de 2017, mas quem estiver utilizando o emissor gratuito poderá continuar enquanto a Nota Fiscal Eletrônica for aceita.

Assim, até que qualquer regramento seja criado ou alterado na especificação e mude substancialmente a geração do arquivo da NF-e inviabilizando sua validação ou entrega, o emissor poderá ser utilizado. No momento em que a recepção da Nota Fiscal Eletrônica não for mais aceita pelo SEFAZ, o emissor não mais poderá ser utilizado.

Antes que isto ocorra, para não colocar em risco a emissão da Nota Fiscal Eletrônica de seu negócio, e consequentemente a venda e entrega das mercadorias e/ou dos serviços, as empresas que ainda utilizam o emissor gratuito devem buscar rapidamente alternativas, pois o prazo já está próximo: janeiro já está batendo à porta.

Mercado possui diversas ofertas de sistemas para emissão de Nota Fiscal Eletrônica

Existem aplicações que funcionam de forma independente e análoga ao emissor gratuito da Secretaria da Fazenda e sua aquisição, portanto, irá ter pouco impacto na rotina da empresa.
Serviços via web que rodam na nuvem para emissão de Nota Fiscal Eletrônica são uma alternativa interessante. Estes serviços podem ser utilizados on-line a qualquer momento através de acesso à internet mediante uma tarifa interessante, normalmente ligada ao volume de notas emitidas. O impacto destes serviços também é mínimo na rotina da empresa.

Esses serviços de emissão via web, como o Sisfaz, são os mais recomendadas para quem tem até 50 notas fiscais emitidas por mês para empresas ou até 100 notas fiscais por mês para consumidor. Por que? Os custos se tornam bem mais acessíveis do que sistemas muito robustos, como ERPs ou outras soluções complexas.

Cabe à empresa selecionar qual a aplicação que melhor se adequa a sua realidade.