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Cinco razões pelas quais 2016 será o ano da nova TI

Cinco razões pelas quais 2016 será o ano da nova TI

Amit Pandey, CEO da empresa Avi Networks, diz que 2016 será o ano da “nova TI.” A confluência de ambientes e aplicações em nuvem, juntamente com tecnologias como redes definidas por software, está reescrevendo as regras para a TI, diz ele.

A transformação está em andamento há algum tempo, mas Pandey diz que em 2016, os CIOs e outros líderes de tecnologia terão forçosamente que renovar a forma como aproximam a TI das áreas de negócio se quiserem que as empresas para as quais trabalham mantenham o ritmo e continuem competitivas.

Eles vão precisar purgar sistemas legados que dificultam a agilidade e abraçar a transformação digital na forma da Internet das Coisas (IoT), inteligência artificial e outras “tecnologias de terceira plataforma” (como a IDC chama o modelo SMAC).

Aqui estão cinco previsões de Pandey sobre a “nova TI”, a partir de 2016.

1. Proprietários de aplicativos serão os donos da TI

Em 2016, DevOps e TI vão se tornar sinônimo, diz Pandey. Os CIOs terão de adotar uma mentalidade app-centric ou correrão o risco de perder influência. Isso significa que os proprietários de aplicativos vão conduzir os processos de escolha das ferramentas, técnicas e habilidades que precisam. E aTI terá que fornecer recursos self-service aos proprietários de aplicativos.

“LOBs são agora os principais influenciadores de estratégia de TI e exigem uma experiência de usuário perfeita para suas equipes e clientes”, diz Pandey, para quem o provisionamento de serviços de aplicativos em data centers tradicionais dará lugar a aplicativos de serviços (como segurança, balanceamento de carga e Analytics). O investimento em TI será considerável e CIO será responsabilizado por escolhas amigável para desenvolvedores de software, orientado por plataformas e serviços da área de consumo”.

2. O data center assumirá características de nuvem pública

As empresas vão buscar cada vez mais a flexibilidade, a agilidade e escala típicas das infraestruturas de cloud pública, diz Pandey, e manterão uma mistura híbrida de data centers proprietários e nuvem pública.

“A infraestrutura de computação de baixo custo, a escala contínua dos aplicativos e a fácil integração em práticas de desenvolvimento têm sido largamente direcionados a serviços de nuvem pública como o AWS”, diz Pandey.

“Um nexo de forças, incluindo o amadurecimento das implementações OpenStack, ferramentas de container e implementações (como Mesosfera, Docker e CoreOS) e redes definidas por software vai levar as empresas a usarem in-house recursos cloud-like”

3. Arquiteturas Web-scale se tornarão disponíveis para a maioria das empresas

As empresas não estarão mais confinadas ao uso de hardware especializado para serviços de data center em 2016, prevê Pandey. O desempenho dos novos servidores x86 e a proliferação de tecnologias software-driven elásticas permitirá que empresas de todos os tamanhos possam adotar abordagens de arquitetura Web-scale, sem a necessidade hardware especializado.

“As empresas vão procurar (e encontrar) de hardware agnóstico para arquitetar seus data centers”, diz ele. “Historicamente, essa abordagem era comum nas grandes empresas de internet, como o Google, Amazon ou Facebook. Mas, com o desempenho típico desses gigantes disponível agora em servidores x86, o aumento das práticas DevOps e dos serviços baseados em software (apps), a arquitetura web-scale estará disponível para a maioria das empresas.”

4. CIOs serão pressionados ainda mais a reduzir as despesas operacionais

Pandey diz que os orçamentos de TI vão apertar, levando a uma desaceleração no investimento em tecnologias tradicionais. O que, por sua vez, levará os CIOs a direcionarem ainda mais os seus gastos para um modelo baseado no consumo dos recursos.

“Os dias de gastos excessivos em ferramentas e equipamentos tradicionais, que têm se mostrado parcialmente eficazes, vai acabar”, diz ele.

“Como exemplo, o Netflix abandonou o uso de ferramentas antivírus tradicionais. Para as ferramentas de data center, os CIOs serão obrigados a deslocar os gastos com TI dos orçamentos de capital para os orçamentos operacionais.

A necessidade de uniformizar as arquiteturas das aplicações em ambientes multi-nuvem irá influenciar as decisões de compra da TI (uma vez que as tecnologias baseadas em hardware tradicionais não são portáteis). Os líderes de TI serão forçados a resolver o problema da subutilização de equipamentos próprios (bens de capital) que se aplicam apenas a um ambiente, especialmente em empresas que utilizam a computação em nuvem.”

5. Ataques cibernéticos e violações de dados na nuvem se tornarão realidade

Embora as empresas tenham suspeitado da segurança dos seus dados em ambientes de nuvem desde o início, até hoje não tivemos muitas ocorrências de violações na nuvem. Mas isso vai mudar em 2016, diz Pandey.

Sua empresa possui estratégias de inovação para 2016? Deixe o seu comentário!

Por: Thor Olavsrud

Fonte: cio.com.br

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