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Você quer ser tratado por número ou por nome?

O ERP (Enterprise Resource Planning) ganhou o mundo. A alguns anos atrás, o ERP era privilégio de grandes corporações, e envolvia projetos de implantação multimilionários. Grandes fornecedores de sistemas se firmaram no mercado com soluções tão complexas quanto completas. Com o tempo, porém, os sistemas ERP se tornaram mais democráticos e acessíveis, com soluções para todos os bolsos. E novos fornecedores surgiram, alguns mais alinhados com certos nichos de mercado, mais próximos da realidade de seus clientes e capazes de oferecer um atendimento personalizado.

Na prática, hoje, qualquer empresa pode ter um sistema ERP. E quando surge o momento de adquirir um, surgem as dúvidas: qual sistema é mais adequado ao negócio? Qual é compatível com a realidade financeira da empresa? Quanto tempo levará para se ter o ERP em operação? Qual o perfil da empresa fornecedora a ser escolhida? Como deve ser o relacionamento com a empresa selecionada? E com essas e outras perguntas, inicia-se o processo de busca pelo fornecedor e pela solução adequada. À primeira vista, as soluções dos grandes players do mercado de ERP podem parecer a escolha mais certa e óbvia, mas existem muitos fatores que devem ser levados em consideração.

Que fatores considerar ao pensar em um sistema de ERP

O primeiro deles é a complexidade e a facilidade de adaptação da solução. Uma solução complexa demais pode trazer dificuldades à empresa que a deseja implantar, sendo necessárias muitas adaptações, elevando os custos de consultoria e o tempo necessário à implantação. Em segundo, é preciso considerar a adequação da solução à sua realidade. Soluções importadas muitas vezes não contemplam aspectos legais nacionais, e isso pode representar entraves ao uso ou até mesmo comprometer resultados que poderiam ser apurados pelo ERP. É preciso ter certeza de que a solução selecionada esteja plenamente adaptada às necessidades locais.

O ponto mais importante, entretanto, fica por conta do relacionamento com o fornecedor. A escolha de um fornecedor que seja um “gigante” do mercado faz com que o cliente se torne apenas “mais um” no mar de clientes que a empresa possui. Suas necessidades específicas raramente têm significância para o fabricante, e os canais de comunicação são difíceis e cheios de profissionais de baixo escalão, muitas vezes despreparados para entender as características de cada cliente.

Ao optar por um fornecedor menor, o cliente pode buscar aquele que vá conferir um maior grau de pessoalidade no relacionamento, tornando-se um nome, e não apenas um número. Claro que isso não deve ser um fator exclusivo: ainda é preciso avaliar a adequação da solução ofertada às necessidades específicas. Mas se nessa avaliação forem percebidas necessidades de adaptações, as chances de elas serem tratadas são muito maiores.

Além disso, a aquisição da solução de um fornecedor de menor porte tende a reduzir os custos do projeto de implantação. Fornecedores maiores tendem a criar estruturas maiores e redes de consultoria altamente descentralizadas, fazendo com que os custos aumentem à medida que se distribuem por uma extensa rede de profissionais.

Portanto, se sua empresa está buscando uma solução ERP, não deixe de considerar a facilidade com que você poderá se relacionar com o fornecedor. Sua voz será ouvida, seus custos serão menores e você receberá sempre um tratamento mais personalizado. Todos esses aspectos contribuem para que o projeto de implantação do sistema ERP se torne mais produtivo e rentável.

Por Equipe Sispro Software Empresarial

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