Crise no varejo: Abílio Diniz explica força do varejo após a crise!
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Crise no varejo: Abílio Diniz explica força do varejo após a crise!

Num ano em que o Brasil ostenta a menor taxa de juros da história, a expectativa para 2018 é de retomada da economia. Após anos de crise no varejo e retração, o setor começa a apresentar sinais de recuperação.

Um dos sinais mais evidentes foi o Natal, que teve o melhor desempenho dos últimos sete anos, segundo a Serasa Experian. O crescimento foi de 5,6% em relação à data em 2016, após três anos seguidos de retração.

Para o ‘mago’ do varejo, Abílio Diniz, as empresas que conseguiram sobreviver até este momento de retomada da economia sairão fortalecidas. Diniz acredita que os empresários que sobreviveram à turbulência fizeram os ajustes necessários e, por isso, se tornarão mais “produtivos”.

Diversas empresas cresceram no período de crise, expandindo para mercados que passavam por melhor momento econômico, ou apostando em novos segmentos.

A Renner, por exemplo, ampliou suas operações para o vizinho Uruguai, enquanto a Arezzo & Co, também gaúcha, encontrou capitalização na bolsa de valores. É o mesmo caso da Magazine Luiza, que multiplicou o valor de suas ações e seu valor de mercado em nove vezes, chegando a 13 bilhões de reais.

Por apostar em promoções e negociações arrojadas com seus fornecedores, as Lojas Americanas aumentou o faturamento em 7% em relação a 2016, conquistando 5,5 bilhões para o caixa no ano passado. A situação melhorou também para os pequenos, com os pedidos de recuperação judicial encolhendo 18,9% e os de falência recuando 14,4%, de acordo com a Boavista SCPC.

Crise no varejo: O que pode complicar?

crise no varejo

Preocupação para Abílio Diniz e para qualquer empresário ligado nas notícias, a crise política pode ser o calcanhar de Aquiles da recuperação brasileira.

Cenários como a queda da taxa de juros básicos da economia e a liberação de saques do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço) estimularam o varejo e a compra de produtos de alto valor agregado, como veículos, imóveis, materiais de construção e eletrodomésticos, mais dependentes de liberação de crédito.

Ao mesmo tempo, a indefinição da situação política, pode comprometer o bom momento. Este é apontado como o principal fator para empresas que dependem do mercado interno para gerar receitas.

Além dos escândalos de corrupção, que frequentemente batem às portas do Planalto e da Alvorada, atingindo em cheio a alta cúpula do Governo Federal e até a própria presidência.

Para nomes como o presidente do Itaú Unibanco, Candido Bracher, os escândalos prejudicaram o processo de ganho de confiança e credibilidade no mercado. Ainda assim, o executivo aposta em uma perspectiva positiva, por entender que o pior já passou, mesmo com eleições em 2018.

Entre as ações que os varejistas precisarão executar para se manter viáveis, será necessário aperfeiçoar e especializar a variedade de produtos, atendendo aos segmentos com os quais o negócio mais se identifica, e apostar muito em dados sobre os clientes.

Captar e trabalhar com dados exige estruturação dos processos e tecnologia, soluções capazes de auxiliar o empresário a dar respostas rápidas e facilitar a vida dos shoppers.

Conhecer essa tecnologia é fundamental para melhorar o atendimento e a proposta de valor para o consumidor. Por que você não aproveita e já continua a leitura neste texto para saber como lidar com a crise no varejo? Quais tecnologias de varejo facilitam a vida do consumidor