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O que é automação de varejo?

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A automação de varejo consiste em utilizar equipamentos e sistemas que comandam e controlam processos de forma automática. Apesar deste conceito simples, a automação de varejo vem operando, há mais de duas décadas, uma revolução.

Começou com uma revolução mais silenciosa, automatizando tarefas de retaguarda das áreas administrativas e financeiras das lojas. Aos poucos providenciou mudanças visíveis na loja como os totens para consulta de preço e por fim inovou expandindo a loja, além de suas fronteiras físicas, na loja virtual.

Hoje a automação de varejo, de forma geral, faz parte da vida de todos nós. Por exemplo: qual loja não tem hoje a “maquininha de cartão”? Qual não tem a relação de produtos registrado em computador?

A automação de varejo, da mesma forma que a automação bancária, trouxe para o nosso dia-a-dia facilidades que não queremos mais abrir mão. Quem imagina o banco sem caixa automático, e sem o home banking? E sem o aplicativo no smartphone ou tablet para ver extrato, pagar conta e realizar transferências na palma da mão?  E já há pessoas que não abrem mão dos bancos sem agência física, ou seja, bancos com agências apenas digitais e 100% das operações digitais.

No varejo a automação invade todas as áreas e impacta diretamente na gestão do negócio, na vida do lojista, de seus funcionários e dos clientes trazendo eficiência, redução de custos, maior segurança e rapidez, bem como oferecendo mais flexibilidade e qualidade no atendimento.

O que muda com a automação de varejo?

O impacto da automação nas atividades dos varejos é notável. As lojas têm buscado cada vez mais investir em novas tecnologias que deem maior autonomia ao cliente na hora da compra reduzindo ao mínimo o tempo de espera no atendimento, tanto por exigência do perfil do consumidor cada vez mais digital, quanto para reduzir custos.

As etiquetas de código de barra nas mercadorias, juntamente com os totens de consulta, dão liberdade ao consumidor possibilitando que este consulte os preços dos itens sem o auxílio do tradicional vendedor. Assim o cliente pode, pelo autoatendimento, circular pela loja e realizar suas compras dirigindo-se ao caixa apenas na finalização da compra.

No checkout o registro da mercadoria através do código de barra agiliza a tarefa e reduz a possibilidade de erros de digitação, trazendo mais assertividade na atualização do estoque com a baixa da mercadoria automaticamente.

A passagem do cartão de débito ou crédito pelo POS (a popularmente conhecida “maquininha do cartão”) aposentou o uso de cheques no dia-a-dia do consumidor e reduziu drasticamente as perdas por parte do lojista que ocorriam com cheques roubados.

Outras tantas importantes atividades automatizadas na retaguarda do checkout podem ser citadas, mas sem dúvida a missão de registrar as mercadorias no perfil do cliente, formando seu histórico de compras, registrando preferencias de marcas, cores, horários de compras, etc. Estas informações são valiosas para posteriores campanhas de marketing ou para programa de fidelidade do cliente.

A RFID (radio-frequency identification ou identificação por radiofrequência) é uma tecnologia ainda não utilizada em ampla escala, mas que em breve deve ser utilizada na identificação de mercadoria. No RFID, cada etiqueta tem um EPC, isto é, um número único para cada unidade, que permite maior exatidão no controle de estoque e permite o rastreamento de mercadorias.

Se você se interessou pelo assunto automação de varejo, veja as inovações que estão em alta em Tendências inovadoras que vão revolucionar a indústria do varejo.



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