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Carbonífera Metropolitana |
Mais de um século de históriaAs origens da Carbonífera Metropolitana nos remetem ao ano de 1890, quando foi instalada a Companhia Metropolitana na região de Nova Veneza (SC), com vistas ao assentamento de 20 famílias oriundas da Europa. Já no século XX, a empresa acrescentou ao nome o adjetivo "carbonífera" e requisitou o controle das jazidas localizadas sob as terras ocupadas pelos imigrantes, tornando-se detentora das maiores reservas de carvão do País. Em 1941 começou a extrair o mineral, já constituída como Carbonífera Metropolitana, na região de Criciúma. Na época, eram diretores José Eugênio Muller (presidente) e Ancangelo Bianchini (diretor de Colônias). Mas por trás de sua história está a figura central de Santos Guglielmi, que juntamente com seu sócio Diomício Freitas, adquiriu em 1959 a companhia. Fim de uma era
A Carbonífera União, da qual eram sócios, tornou-se uma empresa do Grupo Guglielmi. Santos continuou à frente da Metropolitana até a década de 80, quando retirou-se definitivamente do negócio do carvão, embora continuasse a tocar outros empreendimentos, como pecuária, agricultura, engarrafamento de água, hotelaria e saúde. Aposta na tecnologia
Foi feito um plano inclinado na principal boca-de-mina - o poço 1, e introduzidas máquinas para todas as atividades: perfuratriz para colocar dinamite na pedra, máquina para cortar carvão, para recolher, para não levantar poeira, para conduzir o minério para fora da mina. Equipes altamente qualificadas ficaram responsáveis pela implantação de técnicas pioneiras na extração mecanizada no país. O Assessor Contábil, Inri Bonfanti, trabalha no setor contábil da Carbonífera desde o tempo em que fazia lançamento com slip e o diário era datilografado em papel carbonado de duas cores. "Isso fazem mais de 25 anos e sempre tivemos parceria com a Sispro. Sempre fomos muito bem atendidos e a Sispro sempre desenvolveu um trabalho com responsabilidade, esmero e rapidez, nos auxiliando nas soluções de problemas e contribuindo para o nosso desenvolvimento", argumenta Inri Bonfanti. AtualidadeAtualmente, a produção é destinada basicamente à Usina Jorge Lacerda, pertencente à Tractebel (75%), 5% para a Usati (atual Cosan), do Grupo Portobello, de Florianópolis, e 20% para outras indústrias e cerâmicas do Sul do País e de São Paulo", informa Osmar Rogério Piovesan, que trabalha na empresa desde 1960 e desde 1993 faz parte da diretoria da Metropolitana como diretor administrativo/financeiro. Tudo é possívelAté hoje os princípios defendidos por Santos Guglielmi - falecido em 2001 aos 89 anos -, fazem parte das preocupações da empresa, tanto do ponto de vista social quanto técnico. "Ele acreditava que o idealismo rompe barreiras, atinge horizontes, busca uma razão para as adversidades e que, no auge das crenças, tudo é possível", recorda Osmar Piovesan. Visão de futuroEm parceria com a Carbonífera Criciúma, a Metropolitana idealizou a Usitesc - um conjunto de usinas térmicas a carvão a ser implantado em Treviso(SC). Seu estudo de viabilidade técnico-econômica foi concluído pela Parsons Energy & Chemicals, demonstrando que a tecnologia adotada, baseada na queima de carvão bruto e rejeitos de carvão pré-existentes, apresenta fortes benefícios para a economia e o meio ambiente da região. Fonte: |


